Está aí o esperado primeiro programa Cultura Sonora, com o tema”Música Independente” com três blocos o programa direciona o tema na visão de vários entrevistados, seguindo para os dias de hoje com a existência dos Coletivo Culturais, assim se tratando do Coletivo Colcheia, coletivo responsável por desenvolver eventos culturais e assim por diante apoiar outros eventos.
Nessa de música independente o programa tornou apoiador a essa galera do Coletivo Colcheia, não só a eles mas a todos outros que ainda ele não possa ter ainda encontrado nessa curta existência. O programa tem muito material pra divulgar extra programa, pois a ideia não é guardar conteúdo e sim publicá-lo o quanto maior para várias pessoas.
Confiram o primeiro bloco, onde alguns entrevistados apontam sua opiniões e colocando o ponto de vista no tema.
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sábado, 4 de dezembro de 2010
Programa Cultura Sonora Música Independente 1º Bloco
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sábado, 27 de novembro de 2010
Vinheta programa Cultura Sonora.
rMão na massa... ou melhor mãos recorte e papel assim foi criada nossa vinheta. Uma técnica simples, porém não tão fácil de fazer. Feito em Stop Motion uma das técnicas bem utilizadas hoje em aberturas de programas como da “A Grande Família” entre campanhas publicitárias e filmes.
A ideia e bem simples, são instrumentos se movendo horas separados, hora juntos. Assim a vinheta segue com a música da banda ZERO A! pelo qual o nome da música é o mesmo da banda. Esse tipo de conhecimento veio graça as aulas de cinema lecionadas pelo professor Júlio Alessi. Ou seja, o que aprendemos estamos aplicando e não deixando de lado. A vinheta foi construída por todos que integram o programa Cultura Sonora. Desde a colega Bruna que trouxe a ideia, e aos demais, Flávia, Tatiane Rogério e eu que deram as contribuições para que ela se desenvolvesse ao decorrer das horas.
O Cultura Sonora é um trabalho mais do que acadêmico, ele rompeu as barreiras de dentro de sala de aula, e ganhou apoio devido aos contatos feitos ao percorrer das gravações. Pessoas como Marina Santos e o Coletivo Colcheia em si, Julinho Lopes, as bandas que estão no programa. Teve até uma contribuição mais do que espontânea do videomaker Fernando Tavares que criou uma vinheta para o programa, porém já tínhamos produzido essa pela qual o grupo trabalhou passa a passo nela. Ela é como mais um filho, e ficou bem legal assim com toda arte que é criada por uma ou várias mãos.
Esperamos seguir em frente com o programa, temos muito trabalho a fazer, muito tema legal para levar ao nosso público, e apoiar sempre a cultura e a quem a faz em nosa cidade.
Texto por Vleydson Santos
domingo, 3 de outubro de 2010
Reforma na lei dos direitos autorais.
Bem pessoal, primeiramente precisamos entender o que é direito autoral, para que possamos refletir e seguir os parâmetros que essa nova lei influênciar em nosso dia a dia.
Portanto, o direito autoral protege os trabalhos publicados e não publicados nas áreas de literatura, teatro, música, dança, filme, escultura, fotografia, e artes audiovisuais reproduzidas por computadores.
Uma vez que, tenhamos este conhecimento é importante que estejamos atentos à nova lei de direitos autorais, porque envolve autores, empresários e consumidores de obras audiovisuais, assim como nós Publicitários que estamos na área.
A nova lei federal nº 9.610/98 visa:
• Punir os artistas que subornam as rádios e TV s para executarem suas produções.
• Permitir que as universidades reproduzam livros e obras desde que pagam seus autores.
• Obras audiovisuais e documentários poderão ser exibidos gratuitamente.
• Cópia de músicas fica permitida somente para uso pessoal.
• Serão criadas novas regras para a internet.
A intenção dessa lei é que se tenha um acompanhamento destas obras por parte dos artistas e que haja transparência e controle para exaltar os valores culturais junto ao país.
Precisamos entender que no mundo da tecnologia, as coisas estão cada vez mais fáceis, porque hoje você consegue entender o que se passa do outro lado do mundo em frações de segundos, tudo esta ao nosso alcance e o mais importante é que precisamos compartilhar nossas ideias, para que o mundo veja o que pretendemos transmitir, e como fazer isso? .
A maneira de que possamos mostrar nossos trabalhos é colocando-os ao modo em que todos vejam, portanto o lance de alguém copiar uma música que eu inventei foi um meio de propagar minhas ideias e que várias pessoas gostem e consomem meu trabalho, e executando tal fato de copiar, significa fortalecer o meu nome, minha música, meu trabalho, enfim todo um projeto que ficara marcado. É claro em que algumas obras como pinturas, esculturas e outras mais concretas tem que ser respeitadas, uma vez que estão vendendo um produto e não o trabalho.
Vale Lembrar que a manifestação e interesse pela alteração na Lei 9.610/68 partiu de ilustradores que no dia 27 de agosto de 2010 se propuseram a integrar um documento no Ministério da Cultura. Vale também lembrar que quando esse ilustrador, publicitário, designer entre outros se for contratado (a) (com base em carteira de trabalho) para criar algo para alguém ( anunciante, empresa etc) os direitos autorais patrimoniais ficam sendo indiscutivelmente do patrão que, aí sim, poderá revendê-lo etc. Já quanto aos direitos autorais morais, não se discute, é do criador.
Portanto galera este é um tema em que precisamos pensar e refletir ate que ponto a tecnologia pode estar presente nos trabalhos realizados pelos artistas e quais as ferramentas a serem trabalhadas pelos mesmos.
Texto por: Rogério Rodrigues
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