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sábado, 6 de novembro de 2010

Dowloaders são prejudiciais ou favoráveis as bandas independentes?

Uma das questões que envolvem a maioria dos artistas hoje, é como eles pretendem sobreviver da música, uma vez, que a pirataria é um dos fatores que mais prejudica os trabalhos dos mesmos. 

Na verdade isso ocorre com o planejamento de cada banda, que trabalha voltada para cada seguimento, bandas estas que, ou vivem de shows, ou vivem da venda dos cd´s.

Podemos entender que na era da tecnologia pensar em viver de cd`s é um meio de ¨remar contra maré¨, porque a internet te dá todas as facilidades de baixar músicas, vídeos e making off das bandas. E o fator que pesa é a resolução das músicas baixadas, pelo fato da proteção que os pen drives conseguem oferecer sem danificar, uma vez, que você consegue remover e alterar suas músicas a hora que desejar, já o cd é meio que privado à estas facilidades fazendo com que o consumidor escolha o mais prático.

Para aqueles que são a favor dos dowloders tenham como fator favorável a divulgação em massa causada pelas mídias, pois, se sua banda consegue despertar o interesse do consumidor em baixar seu trabalho na internet, é um sinal que ele será presença confirmada em seu show, e que ele curte muito os seus trabalhos causando uma certa fidelidade  a todo seu projeto.

Bem galera, nós do programa Cultura Sonora, estamos repassando essa questão, para que opinem sobre o assunto, é claro, que muitos são satisfeitos com os dowloders, mas, muitos sofrem com essa prática. E vocês? O que acham?

Texto por: Rogério Rodrigues
  

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Fugazi, fazendo música honestamente.

Nessa de pesquisar música independente, me deparo com diversas figuras, algumas entendidas sobre o assunto, outras não, assunto que para mim, se perde nos dias de hoje porém isso não é assunto pra hoje, e sim ao Fugazi.

O Fugazi foi uma banda americana formada em 1987 pelo Ian Mickaye e o Jeff Nelson, e no cenário da época eram chamados de post-hardcore: uma mistura de punk e chamado de indie rock, que acredito que muitas bandas hoje se intitulam com indie e nem sabem de onde veio a origem disso tudo. 

A banda Fugazi foi uma das maiores bandas representativas no que se diz que música independente que alguns refere a "música honesta". E o que é essa música honesta? – É aquele artista pela qual a faz e que não possua nem um vínculo com alguma gravadora de grande porte ou de pequeno também. E o artista que distribui, faz a conexão com o público, (coisa que muitos hoje encontram algumas dificuldades em fazer), e não deixa algum produtor sei lá das quantas meter o bedelho em seu trabalho.

Uma das características da banda, além do som, é a postura deles de se colocarem como honestos com que se pode dizer em valores tributários, no que se agrega aos seus funcionários, ou melhor, dizendo "equipe". O Fugazi possuem sua própria gravadora a Dischord Records e distribuem diversos outros artistas como o Medications.

Olhando assim muitos podem achar, "mas esses caras ganham grana com outras bandas", não! As bandas gravam, é claro que se tem um custo com a equipe, entre outros gastos, porém a Dischord Records não tem nenhum direito sobre o artista, ou seja, se ele quiser pular fora ao qualquer momento, ele pula, atitude contrária das grandes gravadoras, que predem determinados artistas com seus contratos.

Se tiver algum interesse em saber mais clica aqui. Ou assista aí a pedrada  sonora, que é o Fugazi. Vou ficando por aqui, comente, curta, retweet.


Texto por: Vleydson Santos



domingo, 3 de outubro de 2010

Reforma na lei dos direitos autorais.


Bem pessoal, primeiramente precisamos entender o que é direito autoral, para que possamos refletir e seguir os parâmetros que essa nova lei influênciar em nosso dia a dia.
Portanto, o direito autoral protege os trabalhos publicados e não publicados nas áreas de literatura, teatro, música, dança, filme, escultura, fotografia, e artes audiovisuais reproduzidas por computadores.

Uma vez que, tenhamos este conhecimento é importante que estejamos atentos à nova lei de direitos autorais, porque envolve autores, empresários e consumidores de obras audiovisuais, assim como nós Publicitários que estamos na área.

A nova lei federal nº 9.610/98 visa:

• Punir os artistas que subornam as rádios e TV s para executarem suas produções.
• Permitir que as universidades reproduzam livros e obras desde que pagam seus autores.
• Obras audiovisuais e documentários poderão ser exibidos gratuitamente.
• Cópia de músicas fica permitida somente para uso pessoal.
• Serão criadas novas regras para a internet.


A intenção dessa lei é que se tenha um acompanhamento destas obras por parte dos artistas e que haja transparência e controle para exaltar os valores culturais junto ao país.
Precisamos entender que no mundo da tecnologia, as coisas estão cada vez mais fáceis, porque hoje você consegue entender o que se passa do outro lado do mundo em frações de segundos, tudo esta ao nosso alcance e o mais importante é que precisamos compartilhar nossas ideias, para que o mundo veja o que pretendemos transmitir, e como fazer isso? .

A maneira de que possamos mostrar nossos trabalhos é colocando-os ao modo em que todos vejam, portanto o lance de alguém copiar uma música que eu inventei foi um meio de propagar minhas ideias e que várias pessoas gostem e consomem meu trabalho, e executando tal fato de copiar, significa fortalecer o meu nome, minha música, meu trabalho, enfim todo um projeto que ficara marcado. É claro em que algumas obras como pinturas, esculturas e outras mais concretas tem que ser respeitadas, uma vez que estão vendendo um produto e não o trabalho.

Vale Lembrar que a manifestação e interesse pela alteração na Lei 9.610/68 partiu de ilustradores que no dia 27 de agosto de 2010 se propuseram a integrar um documento no Ministério da Cultura. Vale também lembrar que quando esse ilustrador, publicitário, designer entre outros se for contratado (a) (com base em carteira de trabalho) para criar algo para alguém ( anunciante, empresa etc) os direitos autorais patrimoniais ficam sendo indiscutivelmente do patrão que, aí sim, poderá revendê-lo etc. Já quanto aos direitos autorais morais, não se discute, é do criador.

Portanto galera este é um tema em que precisamos pensar e refletir ate que ponto a tecnologia pode estar presente nos trabalhos realizados pelos artistas e quais as ferramentas a serem trabalhadas pelos mesmos.

Texto por: Rogério Rodrigues